sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Vantagens e Desvantagens das Redes Sociais


Rede social

Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) - designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham crenças, conhecimento ou prestígio.
A Análise de Redes Sociais analisa as relações sociais com base na Teoria de Redes (network theory). Os nós (nodes), actores individuais que formam a rede, e os laços (ties), as relações que unem os actores, são as duas noções fundamentais da Teoria de Redes. As investigações, em distintos campos do conhecimento, têm mostrado que as redes sociais operam em níveis muito diferentes, desde as estruturas familiares até ao nível dos países (conhecidas, estas últimas, como rede política), e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.

Redes sociais e o impacto delas sobre a vida diária de um usuario comum

A socialização digital tem estado cada vez mais presente em nosso dia a dia. É fato que você já deve ter pelo menos acessado alguma das redes sociais disponíveis na internet. Com toda a evolução social da internet, ficamos propensos ao uso de redes sociais para tornarmos digitalmente sociáveis.
É até mesmo comum encontros entre pessoas que se conheciam apenas em redes sociais. Em Curitiba, por exemplo, existe o Curitiblogs uma associação de blogs de Curitiba, onde frequentemente os blogueiros encontram-se para partilhar de conhecimentos e é claro para dar aquela relaxada e curtir o papo entre amigos. Esta forma de socialização entre os blogueiros têm se tornado constante.
Este é o ponto mais questionável da pesquisa – 75 pessoas completaram o questionário.
O número é baixo, pois ele representa as pessoas que consegui abranger com alguns anúncios no Twitter e no Facebook. O lado interessante é que estes foram os únicos mecanismos de divulgação, portanto os resultados possivelmente representam um grupo com um certo perfil: usuários ativos de Internet, interessados em Redes Sociais (senão não responderiam a pesquisa) e provavelmente ligados ao mundo da Tecnologia (setor aonde tenho mais contatos).

Impacto no trabalho

As Redes Sociais estão cada vez mais presentes tanto nos lares brasileiros como no trabalho, ambiente em que muitas pessoas passam a maior parte de seu dia. Com isso, achou-se um meio de lazer em meio as preocupações do serviço diário. Porém, muitos chefes e patrões tem reclamado muito, dizendo que seus comandados tem deixado de realizar suas obrigações, por estarem distraídos com conversas via redes virtuais. É preciso ter consciência e saber a hora certa de fazer tais coisas, afinal, ninguém gosta de levar bronca à toa de seus patrões, não é mesmo?

Impacto na educação

O tema “Redes Sociais” está em grande evidência, o que faz com que Pesquisas sobre o assunto sejam frequentes. Só que muitas delas têm sua origem nos EUA (aliás, como a maioria das pesquisas). Acredito que o padrão de consumo de Redes Sociais no Brasil e nos EUA seja MUITO diferente, então porque não soltar um “balão de ensaio” e analisar como algumas pessoas no Brasil estão usando as Redes Sociais?
Este é o ponto mais questionável da pesquisa – 75 pessoas completaram o questionário.
O número é baixo, pois ele representa as pessoas que consegui abranger com alguns anúncios no Twitter e no Facebook. O lado interessante é que estes foram os únicos mecanismos de divulgação, portanto os resultados possivelmente representam um grupo com um certo perfil: usuários ativos de Internet, interessados em Redes Sociais (senão não responderiam a pesquisa) e provavelmente ligados ao mundo da Tecnologia (setor aonde tenho mais contatos).

Relatos das principais vantagens e desvantagens do uso de uma rede social
Existe muitas vantagens em utilizar um computador, desde coisas básicas como fazer amigos , até coisas complexas, como trabalhos, abaixo citaremos algumas dessa vantagens:
  • As pessoas devem saber o seu e-mail para te encontrar, garantindo mais privacidade; Interação com revistas e textos publicados, como comentários que podem ser deixados;
  • Construir páginas para a internet ou trabalhar com código com assuntos de sua escolha , se escolher um blog temo seu trabalho reduzido pois no blog , existem ferramentas que ajudam na formatação , ao invés de gravar diversos códigos Para interagir também com amigos e família que moram longe por dentro da sua vida que faz com que eles se sintam perto de você;
  • Amplia seu conhecimento geral , ajuda em trabalhos , lições de casa , e ate mesmo nas curiosidade;Se diverte com vídeos e matérias engraçadas , passa a ter um maior entretenimento;
Envio de currículos, e também cargos em determinadas empresas.
Também estão presente várias desvantagens no nosso dia-a-dia, porem umas das piores é aquela que coloca sua vida em risco, abaixo citaremos algumas outras também:
  • Distrai a sua atenção quando você deve fazer coisas importantes no computador, como por exemplo ter alguma prova ou trabalho para fazer e navegar na internet sem se preocupar ;
  • Dependendo de sites que você visita, ele pode prejudicar seu computador trazendo vírus, podendo ate estragar a maquina;
  • Você pode perder muito tempo na Internet com as conversas, deixando de faze outras coisas, como estudar;
  • A linguagem utilizada faz com que as pessoas, se confundam na hora de ter que escrever corretamente;

    O impacto negativo de uma frase ou foto inadequada

    Esse tipo de publicação na internet pode surtir muitos efeitos negativos para o usuário.
    Devemos nos prevenir ao máximo para tal exposição ao mundo, com informações pessoais, íntimas e que se vazarem e cair em mãos erradas, pode trazer graves consequências a vida pessoal do usuário,como, em sua família ou no seu meio de trabalho em que devemos sempre ser ético e profissional.
    Uma foto ou frase que se publica em uma rede social pode ser vista por qualquer pessoa que também tenha uma conta na mesma rede.
    Se for visto por pessoas conhecidas e má intensionada, pode acabar por te prejudicar principalmente no trabalho, fazer chantagem e conseguir estorquí-lo ao máximo se possível.
    Então toda precaução é pouca quando nos colocamos a mostra e nos expondo ao público de tal maneira
fonte: http://vantagensedesvantagensdasredessociais.blogspot.com.br/

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Estatuto da Igualdade Racial



Estatuto da Igualdade Racial é uma lei especial do Brasil, sendo um conjunto de regras e princípios jurídicos que visam coibir a discriminação racial e estabelecer políticas para diminuir a desigualdade social existente entre os diferentes grupos raciais.

No Brasil, a Lei nº 12.288/10 , de autoria do Senador Paulo Paim, instituiu o Estatuto da Igualdade Racial. Segundo o artigo 1º, o Estatuto da Igualdade Racial tem por objetivo “combater a discriminação racial e as desigualdades raciais que atingem os afro-brasileiros, incluindo a dimensão racial nas políticas públicas desenvolvidas pelo Estado”. Discriminação racial é definida pelo texto legal como “toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha por objeto anular ou restringir o reconhecimento, gozo, ou exercício, em igualdade de condições, de direitos humanos e liberdades fundamentais” (art. 1º, § 1º). Já desigualdades raciais, por sua vez, como sendo “situações injustificadas de diferenciação de acesso e gozo de bens, serviços e oportunidades, na esfera pública e privada”.

Segundo o autor do projeto:


“Não queremos a cultura afro-brasileira vista, sentida e experimentada somente nas práticas religiosas, música ou alimentação. Queremos a cultura do negro inserida nas escolas, no mercado de trabalho, nas universidades, pois o negro faz parte do povo brasileiro. Cultivar as raízes da nossa formação histórica evidentes na diversificação da composição étnica do povo é o caminho mais seguro para garantirmos a afirmação de nossa identidade nacional e preservarmos os valores culturais que conferem autenticidade e singularidade ao nosso país. É imprescindível que haja união entre as pessoas, povos, nacionalidades e culturas. Todos os esforços para combater as barreiras discriminatórias são subsídios concretos para a formação de um novo ser humano, capaz de elevar-se à altura de seu destino e evitar destruir a si mesmo.

O projeto de lei prevê a obrigatoriedade do ensino da história da África; reconhece a capoeira como esporte e prevê recursos para a prática; reitera prática livre de cultos religiosos de origem africana; garante linhas especiais de financiamento público para quilombolas; e prevê a criação de ouvidorias em defesa da igualdade.

Para Calil Simão, coordenador e coautor da primeira obra jurídica sobre o tema:

"Com base no Estatuto da Igualdade Racial é possível exigir do Estado medidas concretas para atender um interesse individual ou coletivo, bem como pode um ente político exigir do outro a sua contribuição nos projetos e ações destinadas a combater a “discriminação racial” e as “desigualdades raciais” que atingem os afro-brasileiros.

Desse modo, o argumento de alguns de que o Estatuto da Igualdade Racial é um texto de compromisso ou simplesmente sugestivo sem quCOMPalquer característica de coercitividade não procede, já que ele trata do dever do Estado, regulamentando a Constituição Federal e definindo qual a postura do Estado com relação à proteção e promoção dos interesses dos afro-brasileiros. fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Estatuto_da_Igualdade_Racial

COMPREENDENDO O TEXTO:

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Da tortura a dignidade

LEIA O TEXTO A SEGUIR:

 
Pensando o trabalho a partir da tortura (como era visto) até o momento em que foi tido como uma atividade que dignifica o homem. O termo trabalho pode ter nascido do vocábulo latino tripallium, que sig­nifica "instrumento de tortura", e por muito tempo esteve associado à ideia de atividade penosa e torturante. Nas sociedades grega e romana era a mão-de­-obra escrava que garantia a produção necessária para suprir as necessidades da população. Existiam outros trabalhadores além dos escravos, como os meeiros, os artesãos e os camponeses. No entanto, mesmo os trabalhadores livres eram explorados e oprimidos pelos senhores e proprietários. Estes eram desobrigados de qualquer atividade, exceto a de discutir os assuntos da cidade e o bem-estar dos cidadãos. Para que não dependessem do próprio trabalho e pudessem se dedicar exclusivamente a essa atividade, o trabalho escravo era fundamental. O trabalho passou a ter valor após a Revolução Industrial e emergência do mercantilismo e do capitalismo devido a necessidade de mão de obra requerida pela burguesia que ganhava forças cada vez mais. a partir daí passou-se a pensar o trabalho como algo valoroso, algo que dignifica o homem, o trabalho mudou de figura e era preciso agora convencer as pessoas de que trabalhar para os outros era bom. Algumas mudanças ocorreram na estrutura do trabalho. O pensamento primário a respeito do trabalho foi tomando novo rumo. artesãos e pequenos produtores se transformaram em assalariados. Primeiro, casa e local de trabalho foram separados; depois, separaram o trabalhador de seus instrumentos; por fim, tiraram dele a possibilidade de conseguir a própria matéria-prima. Tudo passou a ser dos comerciantes e industriais que haviam acumulado riquezas. Eles financiavam, organizavam e coordenavam a produção de mercadorias, definiam o que produzir e em que quantidade. Afinal, o dinheiro era deles. Essa transformação aconteceu por meio de dois processos de organização do trabalho: a cooperação simples e a manufatura (ou cooperação avançada). Na cooperação simples, era mantida a hierarquia da produção artesanal entre o mestre e o aprendiz, e o artesão ainda desenvolvia, ele próprio, todo o processo produtivo, do molde ao acabamento. A diferença é que ele estava a serviço de quem lhe financiava não só a matéria-prima, como até mesmo alguns instrumentos de trabalho, e também definia o local e as horas a ser trabalhadas. Esse tipo de organização do trabalho abriu caminho para novas formas de produção, que começaram a se definir como trabalho coletivo. No processo de manufatura (ou cooperação avançada), o trabalhador até continuava a ser artesão, mas não fazia tudo, do começo ao fim. O sapato, por exemplo, era feito a muitas mãos, como numa linha de montagem. Cada um cuidava de uma parte, como hoje acontece com os carros e tantos outros produtos fabricados. Com esse processo ocorreu o convencimento do trabalhador de que a situação presente era melhor do que a anterior. Diversos setores da sociedade colaboraram para essa mudança: As igrejas procuraram passar a ideia de que o trabalho era um bem divino e quem não trabalhasse não seria abençoado. Não trabalhar (ter preguiça) passou a ser pecado. Os governantes passaram a criar uma série de leis e decretos que penalizavam quem não trabalhasse. Os desempregados eram considerados vagabundos e podiam ir para a prisão. Inclui-se aqui o auxílio da polícia, encarregada de prender esses "vagabundos". Os empresários desenvolveram uma disciplina rígida no trabalho, principalmente com horários de entrada e saída dos estabelecimentos. As escolas passaram às crianças a ideia de que o trabalho era fundamental para a sociedade. Esse conceito era ensinado, por exemplo, nas tarefas e lições e também por meio dos contos infantis. Quem não se lembra, por exemplo, da his­tória da Cigarra e da Formiga ou da dos Três Porquinhos? Quem não trabalhava "levava sempre a pior".

Aprofundando os Conhecimentos