sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Identidades juvenis


Objetivo: Buscar compreender os mecanismos ideológicos na construção da identidade do jovem e como a sociedade interfere nas suas escolhas pessoais e na identificação com um padrão estabelecido.






Identidades juvenis from aluisiobraga

O adolescente começa a formar um conceito de si mesmo


Através do convívio social, o adolescente começa a formar um conceito de si mesmo iniciando então o processo de socialização com pessoas da mesma idade, é a fase da socialização, das atividades realizadas principalmente em grupos com os quais se identificam mais. O conflito com os pais, o exagero ao criar um estilo próprio de se vestir e de relacionar-se, são formas de comportamento criados como símbolos de libertação, de autonomia e afirmação e também, uma maneira de chamar a atenção sobre si.

Nessa constante busca do se "eu", muitas vezes se agarra a fantasias, mecanismos de defesa, ansiedades, depressões, que acabam levando o adolescente a constantes mudanças de humor e frequentes mudanças de idéias e atitudes . Pela manhã quer uma coisa, à noite seu desejo já é outro bem diferente. Assim, muitas vezes são incompreendidos e tachados de inconsequente, egoístas e volúveis. O egocentrismo faz parte do cotidiano do adolescente como forma de impor a aceitação dos outros.

Buscam suas referências nos adultos mais próximos, em seus ídolos artísticos , professores ou outras pessoas que admiram ou em alguns casos de rebeldia, acabam se espelhando naqueles que a família reprova. Discordar dos valores impostos pela sociedade é uma atitude constante da adolescência.
Mas não são só as transformações psicológicas que causam conflitos na adolescência. Também as mudanças físicas assustam. Nesse período surgem os sentimentos de inferioridade são comuns diante da alteração de voz, surgimento de pelos pubianos e axilas, mudanças anatômicas no nariz. As meninas muitas vezes sentem constrangimento diante do crescimento dos seios, a primeira menstruação. É o reflexo no espelho que mostra a despedida da infância, porém o adulto ainda não chegou.

Aí vem a pergunta: Quem sou eu? A resposta vem na seguinte forma: O adolescente é um ser especial por estar vivendo grandes transformações hormonais que influenciam totalmente nas mudanças psicológicas e físicas.

Mesmo sem identidade definida certamente a adolescência é o momento mais mágico da vida, onde se vive várias emoções ao mesmo tempo, únicas, especiais dessa fase, que passa rápido dando lugar a maturidade e uma formação de caráter, que para se consolidar de forma positiva precisa muito da mediação da família, principalmente dos pais principalmente em forma de diálogo, na estruturação de valores.

 fonte: http://www.diariofeminino.com/psicologia/autoajuda/materias/identidade-adolescencia/

Vamos assistir o vídeo:






segunda-feira, 15 de setembro de 2014

jovem




Ser jovem é querer viver a vida como se o amanhã não existisse. 
Ser jovem é ir a uma festa para ser cobiçada, mas na hora “H” tirar o corpo fora. 
Ser jovem é querer ultrapassar limites, desprender-se da tutela dos pais e tornar-se independente. 
Ser jovem é querer correr contra o vento de cabelos soltos com uma roupa leve pra sentir o abraço do vento e o canto da liberdade sem se importar com a hora de voltar. 
É querer se prender a alguém só pra descobrir que o que mais se presa na vida é a liberdade de alçar altos vôos a qualquer hora. 
Ser jovem é andar pela avenida da cidade como se ela fosse uma passarela, você o astro e as outras pessoas fotógrafos ensandecidos por gravarem cada movimento seu. 
É querer sentir-se querida e desejada só pra reavivar o sentido da vida. 
É querer um beijo molhado, longo e apaixonado quando se está longe de tudo e de todos, e querer desprender-se quando se tem todos aos seus pés. 
Acima de tudo, ser jovem é extravasar só pra contrariar.


Agora observe como se faz um acrostico:




Escreva um acróstico definindo o que é:

S
E
R

J
O
V
E
M

Acesse o link abaixo e leia o texto sobre:

Tribos Urbanas


Assista o vídeo abaixo para aprofundar seus conhecimentos acerca do tema:


Acesse o link abaixo e leia o texto sobre:


Assista o vídeo migrantes e linha de passe  para aprofundar seus conhecimentos acerca do tema:


Dinâmicas
Apresentação através de slides 
Destinatários
Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.

Desenvolvimento
1- Distribuídos os materiais da dinâmica, o animador explica o exercício: Cada qual terá que responder, através de imagens, à seguinte pergunta:
    
 - Qual a sua tribo? E seu território?
(Dispõem de 15 minutos para preparar a resposta)
2- Os participantes escolherão imagens no google e confeccionarão um slide apresentando sua resposta.
3- A apresentação dos slides é exposta para a sala. O grupo procura interpretar as respostas. Feita essa interpretação, os interessados, por sua vez, comentam a própria resposta.

Questões para debate:

  • Qual o conceito de juventude? 
  • Como a juventude é vista em nossa sociedade?
  • O jovem conhece seus direitos e deveres?
  • A organização de nossa sociedade favorece a construção de uma identidade livre no jovem?
  • Escreva uma mensagem  de como você vê  a escola e os professores na formação da personalidade do jovem.

  • Atividades:
    Criar uma “Tribo Urbana” baseada em princípios éticos, considerando todas as características que identificam uma tribo urbana. Sua tribo tem que apresentar:
    1. Nome;
    2. Identificação do conflito que a fez surgir (conservação ou mudança);
    3. Projeto (objetivos e propostas);
    4. Ideologia (visão de mundo);
    5. Tipo de Organização;
    6. Estilo (roupas, músicas, etc.);

    Atividades extras:



    sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

    Vantagens e Desvantagens das Redes Sociais


    Rede social

    Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) - designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham crenças, conhecimento ou prestígio.
    A Análise de Redes Sociais analisa as relações sociais com base na Teoria de Redes (network theory). Os nós (nodes), actores individuais que formam a rede, e os laços (ties), as relações que unem os actores, são as duas noções fundamentais da Teoria de Redes. As investigações, em distintos campos do conhecimento, têm mostrado que as redes sociais operam em níveis muito diferentes, desde as estruturas familiares até ao nível dos países (conhecidas, estas últimas, como rede política), e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.

    Redes sociais e o impacto delas sobre a vida diária de um usuario comum

    A socialização digital tem estado cada vez mais presente em nosso dia a dia. É fato que você já deve ter pelo menos acessado alguma das redes sociais disponíveis na internet. Com toda a evolução social da internet, ficamos propensos ao uso de redes sociais para tornarmos digitalmente sociáveis.
    É até mesmo comum encontros entre pessoas que se conheciam apenas em redes sociais. Em Curitiba, por exemplo, existe o Curitiblogs uma associação de blogs de Curitiba, onde frequentemente os blogueiros encontram-se para partilhar de conhecimentos e é claro para dar aquela relaxada e curtir o papo entre amigos. Esta forma de socialização entre os blogueiros têm se tornado constante.
    Este é o ponto mais questionável da pesquisa – 75 pessoas completaram o questionário.
    O número é baixo, pois ele representa as pessoas que consegui abranger com alguns anúncios no Twitter e no Facebook. O lado interessante é que estes foram os únicos mecanismos de divulgação, portanto os resultados possivelmente representam um grupo com um certo perfil: usuários ativos de Internet, interessados em Redes Sociais (senão não responderiam a pesquisa) e provavelmente ligados ao mundo da Tecnologia (setor aonde tenho mais contatos).

    Impacto no trabalho

    As Redes Sociais estão cada vez mais presentes tanto nos lares brasileiros como no trabalho, ambiente em que muitas pessoas passam a maior parte de seu dia. Com isso, achou-se um meio de lazer em meio as preocupações do serviço diário. Porém, muitos chefes e patrões tem reclamado muito, dizendo que seus comandados tem deixado de realizar suas obrigações, por estarem distraídos com conversas via redes virtuais. É preciso ter consciência e saber a hora certa de fazer tais coisas, afinal, ninguém gosta de levar bronca à toa de seus patrões, não é mesmo?

    Impacto na educação

    O tema “Redes Sociais” está em grande evidência, o que faz com que Pesquisas sobre o assunto sejam frequentes. Só que muitas delas têm sua origem nos EUA (aliás, como a maioria das pesquisas). Acredito que o padrão de consumo de Redes Sociais no Brasil e nos EUA seja MUITO diferente, então porque não soltar um “balão de ensaio” e analisar como algumas pessoas no Brasil estão usando as Redes Sociais?
    Este é o ponto mais questionável da pesquisa – 75 pessoas completaram o questionário.
    O número é baixo, pois ele representa as pessoas que consegui abranger com alguns anúncios no Twitter e no Facebook. O lado interessante é que estes foram os únicos mecanismos de divulgação, portanto os resultados possivelmente representam um grupo com um certo perfil: usuários ativos de Internet, interessados em Redes Sociais (senão não responderiam a pesquisa) e provavelmente ligados ao mundo da Tecnologia (setor aonde tenho mais contatos).

    Relatos das principais vantagens e desvantagens do uso de uma rede social
    Existe muitas vantagens em utilizar um computador, desde coisas básicas como fazer amigos , até coisas complexas, como trabalhos, abaixo citaremos algumas dessa vantagens:
    • As pessoas devem saber o seu e-mail para te encontrar, garantindo mais privacidade; Interação com revistas e textos publicados, como comentários que podem ser deixados;
    • Construir páginas para a internet ou trabalhar com código com assuntos de sua escolha , se escolher um blog temo seu trabalho reduzido pois no blog , existem ferramentas que ajudam na formatação , ao invés de gravar diversos códigos Para interagir também com amigos e família que moram longe por dentro da sua vida que faz com que eles se sintam perto de você;
    • Amplia seu conhecimento geral , ajuda em trabalhos , lições de casa , e ate mesmo nas curiosidade;Se diverte com vídeos e matérias engraçadas , passa a ter um maior entretenimento;
    Envio de currículos, e também cargos em determinadas empresas.
    Também estão presente várias desvantagens no nosso dia-a-dia, porem umas das piores é aquela que coloca sua vida em risco, abaixo citaremos algumas outras também:
    • Distrai a sua atenção quando você deve fazer coisas importantes no computador, como por exemplo ter alguma prova ou trabalho para fazer e navegar na internet sem se preocupar ;
    • Dependendo de sites que você visita, ele pode prejudicar seu computador trazendo vírus, podendo ate estragar a maquina;
    • Você pode perder muito tempo na Internet com as conversas, deixando de faze outras coisas, como estudar;
    • A linguagem utilizada faz com que as pessoas, se confundam na hora de ter que escrever corretamente;

      O impacto negativo de uma frase ou foto inadequada

      Esse tipo de publicação na internet pode surtir muitos efeitos negativos para o usuário.
      Devemos nos prevenir ao máximo para tal exposição ao mundo, com informações pessoais, íntimas e que se vazarem e cair em mãos erradas, pode trazer graves consequências a vida pessoal do usuário,como, em sua família ou no seu meio de trabalho em que devemos sempre ser ético e profissional.
      Uma foto ou frase que se publica em uma rede social pode ser vista por qualquer pessoa que também tenha uma conta na mesma rede.
      Se for visto por pessoas conhecidas e má intensionada, pode acabar por te prejudicar principalmente no trabalho, fazer chantagem e conseguir estorquí-lo ao máximo se possível.
      Então toda precaução é pouca quando nos colocamos a mostra e nos expondo ao público de tal maneira
    fonte: http://vantagensedesvantagensdasredessociais.blogspot.com.br/

    quinta-feira, 28 de novembro de 2013

    Estatuto da Igualdade Racial



    Estatuto da Igualdade Racial é uma lei especial do Brasil, sendo um conjunto de regras e princípios jurídicos que visam coibir a discriminação racial e estabelecer políticas para diminuir a desigualdade social existente entre os diferentes grupos raciais.

    No Brasil, a Lei nº 12.288/10 , de autoria do Senador Paulo Paim, instituiu o Estatuto da Igualdade Racial. Segundo o artigo 1º, o Estatuto da Igualdade Racial tem por objetivo “combater a discriminação racial e as desigualdades raciais que atingem os afro-brasileiros, incluindo a dimensão racial nas políticas públicas desenvolvidas pelo Estado”. Discriminação racial é definida pelo texto legal como “toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha por objeto anular ou restringir o reconhecimento, gozo, ou exercício, em igualdade de condições, de direitos humanos e liberdades fundamentais” (art. 1º, § 1º). Já desigualdades raciais, por sua vez, como sendo “situações injustificadas de diferenciação de acesso e gozo de bens, serviços e oportunidades, na esfera pública e privada”.

    Segundo o autor do projeto:


    “Não queremos a cultura afro-brasileira vista, sentida e experimentada somente nas práticas religiosas, música ou alimentação. Queremos a cultura do negro inserida nas escolas, no mercado de trabalho, nas universidades, pois o negro faz parte do povo brasileiro. Cultivar as raízes da nossa formação histórica evidentes na diversificação da composição étnica do povo é o caminho mais seguro para garantirmos a afirmação de nossa identidade nacional e preservarmos os valores culturais que conferem autenticidade e singularidade ao nosso país. É imprescindível que haja união entre as pessoas, povos, nacionalidades e culturas. Todos os esforços para combater as barreiras discriminatórias são subsídios concretos para a formação de um novo ser humano, capaz de elevar-se à altura de seu destino e evitar destruir a si mesmo.

    O projeto de lei prevê a obrigatoriedade do ensino da história da África; reconhece a capoeira como esporte e prevê recursos para a prática; reitera prática livre de cultos religiosos de origem africana; garante linhas especiais de financiamento público para quilombolas; e prevê a criação de ouvidorias em defesa da igualdade.

    Para Calil Simão, coordenador e coautor da primeira obra jurídica sobre o tema:

    "Com base no Estatuto da Igualdade Racial é possível exigir do Estado medidas concretas para atender um interesse individual ou coletivo, bem como pode um ente político exigir do outro a sua contribuição nos projetos e ações destinadas a combater a “discriminação racial” e as “desigualdades raciais” que atingem os afro-brasileiros.

    Desse modo, o argumento de alguns de que o Estatuto da Igualdade Racial é um texto de compromisso ou simplesmente sugestivo sem quCOMPalquer característica de coercitividade não procede, já que ele trata do dever do Estado, regulamentando a Constituição Federal e definindo qual a postura do Estado com relação à proteção e promoção dos interesses dos afro-brasileiros. fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Estatuto_da_Igualdade_Racial

    COMPREENDENDO O TEXTO:

    quarta-feira, 13 de novembro de 2013

    Da tortura a dignidade

    LEIA O TEXTO A SEGUIR:

     
    Pensando o trabalho a partir da tortura (como era visto) até o momento em que foi tido como uma atividade que dignifica o homem. O termo trabalho pode ter nascido do vocábulo latino tripallium, que sig­nifica "instrumento de tortura", e por muito tempo esteve associado à ideia de atividade penosa e torturante. Nas sociedades grega e romana era a mão-de­-obra escrava que garantia a produção necessária para suprir as necessidades da população. Existiam outros trabalhadores além dos escravos, como os meeiros, os artesãos e os camponeses. No entanto, mesmo os trabalhadores livres eram explorados e oprimidos pelos senhores e proprietários. Estes eram desobrigados de qualquer atividade, exceto a de discutir os assuntos da cidade e o bem-estar dos cidadãos. Para que não dependessem do próprio trabalho e pudessem se dedicar exclusivamente a essa atividade, o trabalho escravo era fundamental. O trabalho passou a ter valor após a Revolução Industrial e emergência do mercantilismo e do capitalismo devido a necessidade de mão de obra requerida pela burguesia que ganhava forças cada vez mais. a partir daí passou-se a pensar o trabalho como algo valoroso, algo que dignifica o homem, o trabalho mudou de figura e era preciso agora convencer as pessoas de que trabalhar para os outros era bom. Algumas mudanças ocorreram na estrutura do trabalho. O pensamento primário a respeito do trabalho foi tomando novo rumo. artesãos e pequenos produtores se transformaram em assalariados. Primeiro, casa e local de trabalho foram separados; depois, separaram o trabalhador de seus instrumentos; por fim, tiraram dele a possibilidade de conseguir a própria matéria-prima. Tudo passou a ser dos comerciantes e industriais que haviam acumulado riquezas. Eles financiavam, organizavam e coordenavam a produção de mercadorias, definiam o que produzir e em que quantidade. Afinal, o dinheiro era deles. Essa transformação aconteceu por meio de dois processos de organização do trabalho: a cooperação simples e a manufatura (ou cooperação avançada). Na cooperação simples, era mantida a hierarquia da produção artesanal entre o mestre e o aprendiz, e o artesão ainda desenvolvia, ele próprio, todo o processo produtivo, do molde ao acabamento. A diferença é que ele estava a serviço de quem lhe financiava não só a matéria-prima, como até mesmo alguns instrumentos de trabalho, e também definia o local e as horas a ser trabalhadas. Esse tipo de organização do trabalho abriu caminho para novas formas de produção, que começaram a se definir como trabalho coletivo. No processo de manufatura (ou cooperação avançada), o trabalhador até continuava a ser artesão, mas não fazia tudo, do começo ao fim. O sapato, por exemplo, era feito a muitas mãos, como numa linha de montagem. Cada um cuidava de uma parte, como hoje acontece com os carros e tantos outros produtos fabricados. Com esse processo ocorreu o convencimento do trabalhador de que a situação presente era melhor do que a anterior. Diversos setores da sociedade colaboraram para essa mudança: As igrejas procuraram passar a ideia de que o trabalho era um bem divino e quem não trabalhasse não seria abençoado. Não trabalhar (ter preguiça) passou a ser pecado. Os governantes passaram a criar uma série de leis e decretos que penalizavam quem não trabalhasse. Os desempregados eram considerados vagabundos e podiam ir para a prisão. Inclui-se aqui o auxílio da polícia, encarregada de prender esses "vagabundos". Os empresários desenvolveram uma disciplina rígida no trabalho, principalmente com horários de entrada e saída dos estabelecimentos. As escolas passaram às crianças a ideia de que o trabalho era fundamental para a sociedade. Esse conceito era ensinado, por exemplo, nas tarefas e lições e também por meio dos contos infantis. Quem não se lembra, por exemplo, da his­tória da Cigarra e da Formiga ou da dos Três Porquinhos? Quem não trabalhava "levava sempre a pior".

    Aprofundando os Conhecimentos


    quarta-feira, 30 de outubro de 2013

    ETNOCENTRISMO E RELATIVISMO CULTURAL

    Todas as diferenças existentes entre as pessoas de todo o mundo, modo de se portar, modo de falar, de se expressar, suas crenças e costumes e a forma das sociedades se organizarem, chama-se Diversidade Cultural. Porém, há diversas pessoas, povos e culturas que possuem uma visão do mundo onde seu próprio grupo ou sociedade é que é a correta, negando todas as outras, somente seus modelos e valores é que são os corretos. 

    Xenofobia (preconceito por nacionalidade, classe social e cor). Podemos inserir nesse contexto alguns exemplos atuais, o bullying, a homofobia, o preconceito racial etc., a isso damos o nome de Etnocentrismo (dificuldade de ver e tolerar as diferenças).

    Vemos que no Relativismo Cultural, há grande parte de verdade, pois este defende que o "bem" e o "mal" são relativos a cada cultura, os princípios morais descrevem os sentimentos em determinada sociedade e deve se basear nas normas descritas por ela.

    Diversidade cultural e etnocentrismo

    O etnocentrismo denota a maneira pela qual um grupo, identificado por sua particularidade cultural, constrói uma imagem do universo que favorece a si mesmo. Compõe-se de uma valorização positiva do próprio grupo, e um referência aos grupos exteriores marcada pela aplicação de normas do seu próprio grupo, 

    ignorando, portanto, a possibilidade de o outro ser diferente. Sendo baseado numa preferência que não encontra uma validade racional, o etnocentrismo é encontrado, em diferentes graus, em todas as culturas humanas. Mas não é só o fato de preferir a própria cultura que constitui o que se convencionou chamar de etnocentrismo, e sim o preconceito acrítico em favor do próprio grupo e uma visão distorcida e preconceituosa em relação aos demais. O etnocentrismo é um fenômeno sutil, que se manifesta através de omissões, seleção de acontecimentos importantes, enunciado de um sistema de valores particular, etc. 

    Em sua expansão, a partir do século XV, as sociedades européias se defrontaram com outras sociedades e perceberam que estas não eram feitas à sua imagem. A reação imediata do Ocidente foi o etnocentrismo. Em seu avanço, a cultura européia não só é etnocêntrica, como também etnocidária. O etnocídio é a destruição de modos de vida e de pensamentos diferentes dos compartilhados por aqueles que conduzem à prática da destruição, que reconhecem a diferença como um mal que deve ser sanado mediante a transformação do Outro em algo idêntico ao modelo imposto. Resulta disso, segundo Jaulin, que o conjunto submetido a essa cultura é homogêneo, pois provém da extensão de si mesmo e da negação do Outro. O Outro é sempre negado pelas culturas européias, pois o universo no qual está integrado passa a depender dessas culturas.